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| Fundação Iberê Camargo impressiona no detalhe |
Não pairam dúvidas sobre a excelência do projeto que o Álvaro Siza concebeu para a Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre. Desde a inauguração, o espaço tornou-se destino de milhares de visitantes. E não há quem não se impressione com o volume claro e coeso, encravado em terreno estreito às margens do Guaíba na capital gaúcha.
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| Iberê B. de Camargo |
A imponência e a solidez da forma respondem pelo primeiro impacto. Em seguida entram os desdobramentos funcionais, como os "braços" que se projetam para fora de volume, cuja contrapartida no interior é um sistema de rampas entre os diferentes andares realmente original.
Depois é só deixar envolver pelas sequências de linhas retas e curvas, em desenho caprichoso formado pelos desníveis, que vão criando encontros e desencontros em ritmos descontínuos e expansivos.
Não já como não ver ou não ser absorvido por estas forças que o projeto aciona. Entretanto, outro percurso curiosos pela edificação pode ser feito no detalhe. Particularmente pelo meticuloso trabalho de revestimento em mármore.
Conta-se que o arquiteto português verificava estas minúcias a ponto de solicitar que partes inteiras do trabalho fossem refeitas.
Certamente, é devido a este grau de exigência que hoje podemosnos deliciar com a precisão dos encaixes, com os momentos em que o mármore se inclina para acompanhar a angulação da parede, em um canto oculto de uma escada. Ou quando ele é cortado em perfeito ângulo reto, para cumprir sua função. As curvas também exigiram perícia no corte e na aplicação, e o resultado explícita este cuidado.
Para ser visto como um prédio-escultura, monumental na concepção, a Fundação se impõe com a mesma eficácia nos menores pontos de encaixe. Uma visita imperdível!![]() |
| Encaixes e convergências de linhas no projeto |
Depois é só deixar envolver pelas sequências de linhas retas e curvas, em desenho caprichoso formado pelos desníveis, que vão criando encontros e desencontros em ritmos descontínuos e expansivos.
Não já como não ver ou não ser absorvido por estas forças que o projeto aciona. Entretanto, outro percurso curiosos pela edificação pode ser feito no detalhe. Particularmente pelo meticuloso trabalho de revestimento em mármore.
Conta-se que o arquiteto português verificava estas minúcias a ponto de solicitar que partes inteiras do trabalho fossem refeitas.
Certamente, é devido a este grau de exigência que hoje podemosnos deliciar com a precisão dos encaixes, com os momentos em que o mármore se inclina para acompanhar a angulação da parede, em um canto oculto de uma escada. Ou quando ele é cortado em perfeito ângulo reto, para cumprir sua função. As curvas também exigiram perícia no corte e na aplicação, e o resultado explícita este cuidado.
Fonte: casa news Altero





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